Audrey Flack

Rainha D. Catarina de Bragança

Réplica com 10 metros de altura de uma estátua construída nos EUA pela Associação Friends of Queen Catherine, para celebrar o facto do Borough de Queens, em Nova Iorque, dever o nome à Rainha D. Catarina.

Audrey Flack nasceu em Nova Iorque em 1931. É uma pioneira do foto realismo e uma pintora e escultora de reconhecimento internacional. Estudou arte em Nova Iorque entre 1948 e 1953.

A sua decisão de estudar arte veio do seu desejo de pintar realisticamente. Nas suas próprias palavras: "Eu sempre quis pintar realisticamente. Para mim a arte é uma constante descoberta da realidade, uma exploração do momento visual que existe há séculos, em que cada artista contribui para o avanço da próxima geração. Eu quis ir um passo à frente e expandir os limites. Acredito também que as pessoas têm uma necessidade profunda de entender o mundo à sua volta e que a arte clarifica a realidade.”

Cedo entrou no intitulado "foto realismo" – movimento em que os pintores imitam as cores e a superfície lisa das fotografias. Nos anos 60 criou composições baseadas em fotografias tiradas de documentários noticiosos focando figuras públicas, como Roosevelt, Kennedy e Hitler. Um dos seus trabalhos mais significativos desta época chama-se "Kennedy Motorcade" e captura os momentos imediatamente antes do presidente Kennedy ter sido assassinado. No entanto, foi em 1969/70 que pintou o seu primeiro quadro "foto realista", "The Farb Family Portrait".
Muitas vezes Audrey Flack encheu os seus quadros com memórias pessoais, relacionadas com as suas experiências enquanto mulher. Por exemplo, a sua série de quadros "Vanitas" dos anos 70 está carregada de tecidos ricos, batons e jóias cintilantes... No início dos anos 80 passou a representar Deusas.

Mudou então também da pintura para a escultura. "A escultura atraiu-me por causa da sua substancialidade. A nossa sociedade está fragmentada, vazia e decadente, por isso eu quis fazer objectos sólidos, onde as pessoas se pudessem literalmente apoiar, coisas que não voassem ou se desintegrassem.”, afirmou.

A sua primeira escultura surgiu em 1981, sob a forma de um querubim segurando um escudo sobre o coração. Cabia na palma da mão.
Mais tarde decidiu fazer uma serie de imagens muito maiores, dando corpo à força feminina. Iam desde uma médica de cor a uma deusa do sol até as deusas míticas Athena e Diana. Em 1988 criou a sua série "Civitas", quatro deusas de bronze que guardam a entrada de Rock Hill, na Carolina do Sul.
Toda a arte de Flack tem um pesado e simbólico significado. Ela esforça-se, nas suas próprias palavras, para fazer "algo universal, algo com que todas as pessoas se possam identificar. Nas minhas esculturas quero criar rostos que são universais: um rosto ou figura pode representar um sistema de crenças, tal como uma rosa pode representar todas as rosas.”

Criou inúmeras obras de arte, muitas das quais se encontram em galerias, exibições a solo ou museus.
Audrey Flack foi revolucionária na forma como tornou o foto realismo seu e único. Não se limitou a copiar fotografias, acrescentou-lhes algo, deu-lhes um sentido emocional e simbólico profundo. Foi também uma pioneira nas esculturas de figuras femininas heróicas na América. Como ela própria disse “ A mensagem artística atravessa o tempo e o espaço e dura séculos.” A influência da sua arte influência a arte hoje e vai continuar para sempre.

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