Objetivos

O facto da área global do Parque das Nações ter sido totalmente liberta de todas as atividades que ali se encontravam, permitiu que o planeamento urbano fosse traçado em termos das necessidades da cidade ideal.

A estratégia adotada foi a de criar um espaço capaz de integrar as mais diversas funções urbanas de forma a obter uma vivência equilibrada e sustentável, tirando partido da abertura e das vivências permitidas pela localização do Parque bordejando o rio.

As acessibilidades foram uma questão importante que envolveu a criação de novas estruturas viárias, a construção da Ponte Vasco da Gama, a extensão da rede de metro e a construção de uma estação intermodal – a Gare do Oriente.

Outro dos objetivos que presidiu à concepção e planeamento do território era o de conseguir infraestruturar o espaço ao nível dos serviços de apoio técnico, minimizando tanto quanto possível os impactos ambientais, pelo que se criou um conjunto de infraestruturas – como a recolha do lixo ou a central de aquecimento e de arrefecimento do ar – que são comuns a todos os edifícios, obtendo-se com esta partilha ganhos assinaláveis em termos ambientais.

Foram também desde logo equacionados e garantidos os serviços de apoio  como comércio e restauração, escolas, espaços de lazer ou infraestruturas desportivas, um hospital e outros serviços complementares.

A nível empresarial criou-se uma oferta de espaço urbano de extrema qualidade inserido na cidade e contanto com os seus serviços e apoios para além de integrar as mais recentes tecnologias nas suas infraestruturas. A maximização  da notoriedade da imagem corporativa foi uma das preocupações, pelo que os edifícios foram construídos sobre plataformas, resolvendo em simultâneo a questão do estacionamento.

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