Pedro Calapez

Ao nível do chão esta obra oferece-se como um conjunto de linhas privadas de significado, parciais. É do alto da Torre Galp que começa a ser possível a leitura das portas, das escadas, das ramificações e caminhos, embora, no seu resultado final, estes elementos permaneçam de difícil leitura conjunta, fazendo lembrar a arquitetura urbana.

Pedro Calapez nasceu em Lisboa (em 1953) onde vive e trabalha. Tendo iniciado estudos de engenharia civil, transferiu-se para a Escola de Belas Artes de Lisboa em 1976, depois de ter frequentado o Curso de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas Artes.

Enquanto frequentou Belas Artes trabalhou como fotógrafo profissional até lhe ser possível dedicar-se de um modo intensivo à pintura (a partir de 1985). Entre 1986 e 1998 foi professor no Ar.Co, Lisboa, tendo sido responsável pelos departamentos de desenho e de pintura. Começou a participar em exposições ainda nos anos 70, tendo realizado a sua primeira exposição individual em 1982.

Realizou igualmente cenografias para espectáculos assim como executou diversas obras públicas, onde se inclui a do Parque das Nações. Está também representado em diversas colecções públicas e privadas.

No contexto nacional, Calapez surge na chamada década do «regresso à pintura», os anos 80. O seu nome, com os de Pedro Cabrita Reis, José Pedro Croft, Rui Sanches, Rosa Carvalho e Ana Léon, integra uma geração de estudantes da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa específica e muito afirmativa, que nasceu em meados da década de 50 e se uniu numa acção comum de agitação alimentada pelas diferenças individuais.

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