Portas

O Recinto tinha quatro portas de entrada para o público: portas do Norte, do Mar, do Sol e do Tejo. Por estas quatro portas foram contabilizadas 10 128 204 visitas.

Porta do Norte

Porta do NorteSituada no extremo Norte do Recinto, esta porta servia maioritariamente os visitantes que se deslocavam em viatura própria. Da autoria do arquiteto Manuel Tainha, a Porta do Norte dispõe de uma frente a toda a largura da Alameda, com um vão de cerca de 43m de frente, por 12 de profundidade e 2.7m de altura. Nesta porta existiam bilheteiras assistidas e automáticas, junto às quais funcionavam os torniquetes de entrada. Uma vez transpostos os torniquetes, os visitantes dispunham, na Praça da Porta, de uma zona de serviços que incluía, entre outros, Informações, Polícia, WC, Sala de Apoio a Bebés, Objetos Perdidos, Pessoas Perdidas e Depósito de Bagagens.

Porta do Mar

Porta do MarDa autoria dos arquitetos Manuel Graça Dias e Egas José Vieira, e tendo como ex-líbris a Torre da Petrogal, esta porta acolheu sobretudo os utilizadores de autocarros de turismo que estacionavam nos parques sul. A Porta do Mar estava também dotada de bilheteiras assistidas e automáticas, junto aos torniquetes de entrada. Para além dos serviços existentes nas outras portas, dispunha de um serviço de Atendimento a Grupos.

Porta do Sol

Porta do Sol

Quase 50% do número de visitas contabilizadas pelas quatro portas, corresponde a entradas pela Porta do Sol. Da autoria do arquiteto Daciano Costa, esta porta ocupava uma posição central no Recinto e destinava-se sobretudo a receber aqueles que utilizavam as redes de transportes públicos com destino à Estação do Oriente, junto da qual estava localizada. Dispunha também, em maior número, de bilheteiras assistidas e manuais, junto dos torniquetes de entrada. Para além dos serviços ao visitante existentes nas outras portas, aqui também ficavam localizados o Espaço Criança, uma Unidade Médica de Primeiros Socorros e uma galeria comercial com 900 m2.

Porta do Tejo

Porta do TejoEsta porta, da autoria da arquiteta Livia Tirone, assegurou o acesso dos visitantes transportados nas carreiras de barco. Situada na Doca, no enfiamento do eixo nascente-poente que atravessa o Recinto até à Estação do Oriente, dispunha de serviços ao visitante, bem como de bilheteiras junto aos torniquetes.

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